Henrique Mendes

O tema tomou conta do debate corporativo, no mesmo ritmo em que os smartphones se transformaram em “primeira tela”. O conceito do bring your own device (BYOD) ou, simplesmente, ‘traga seu próprio dispositivo’ pode ser aplicado a diferentes demandas empresariais – troca de informações, gestão remota de atividades, capacitação de equipes… Ele significa aproveitar o dispositivo que o usuário já possui (principalmente smartphone e tablet) e usá-lo como canal para trafegar conteúdos de interesse da empresa.

O modelo já é bastante usado nos EUA e está em ascensão no Brasil. Relatório da Gartner, empresa norte-americana de consultoria, estima que 50% das empresas daquele mercado implantarão projetos de BYOD para smartphones até o final de 2017.

Para os gestores, o desafio do BYOD é achar o ponto de equilíbrio entre um ambiente controlado e proprietário ( infraestrutura da empresa) e a capacidade de prover aos colaboradores o acesso a sistemas e conteúdos corporativos por meio de seus gadgets pessoais. A lista de benefícios só cresce para a maior parte dos negócios que implantaram o BYOD: ganho de produtividade, redução de custos operacionais, melhoria do atendimento ao cliente “na ponta”, satisfação do usuário em poder acessar sistemas de qualquer lugar e a qualquer hora. Junto com o BYOD floresceu também o mercado da gestão corporativa sobre a mobilidade (MDM – Mobile Device Management), com um leque de sistemas preparados para fazer a gestão empresarial dos acessos móveis.

Benefícios incomparáveis para treinamentos corporativos

Se BYOD pode ser um tema ainda sensível para segmentos que trocam informações com alto nível de segurança, para o universo da educação corporativa, só existem benefícios a listar. O usuário já sabe lidar com seu próprio gadget, tem suas preferências de navegação indicadas e consegue ter uma sala de aula disponível 24h por dia, com acesso aos materiais multimídia, câmera, blocos de nota, GPS e todas as funcionalidades e apps que um smartphone comporta. Ou seja, ele está “em casa” ao realizar o curso.

Para a empresa, o BYOD é o caminho do melhor custo-benefício nos treinamentos. A capilaridade das capacitações e o “time to market” conferem ao gestor a proximidade com as equipes que atuam na ponta. Desse modo, é possível preparar um treinamento em até 15 dias e engajar todo o time no Brasil (e na AL) usando o celular do colaborador, em tempo real e sem limites de acesso simultâneos.

O NextMobile nasceu desse contexto de inovações da mobilidade. Ele é um app customizado para treinar equipes em larga escala, nesse mundo pós-PC. Que tal saber um pouco mais sobre ele?

Henrique Mendes
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